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Mural que cerca obras da Catedral Cristo Rei é 'colorido' por imagens de fé e esperança


Artistas foram convidados para levar cor ao painel. Arte e religiosidade A arte urbana levou cor para o mural que cerca as obras da Catedral Cristo Rei, em Belo Horizonte. Grafiteiros renomados receberam o convite para fazer um grande painel com mensagens de otimismo e fé. A imagem de São Francisco foi o primeiro a ficar pronto. Os traços são os mesmos de Santa Cecília. As obras são do Barba, artista visual carioca. Mural homenageia São Francisco em frente à Catedral Cristo Rei Reprodução/TV Globo Já Hely Costa se inspirou nas fitinhas deixadas por fiéis no Santuário da Serra da Piedade, em Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os nove painéis trazem mensagens importantes em tempos tão difíceis. As obras da catedral acontecem na Avenida Cristiano Machado, uma das mais movimentadas de Belo Horizonte. Serra da Piedade foi inspiração de artista Hely Costa Reprodução/TV Globo Veja os vídeos mais assistidos do G1 Minas

Motociclista bate em carro e fica gravemente ferido em Alfenas, MG


Acidente aconteceu no cruzamento da rua Joaquim Manoel de Macedo com a avenida Governador Valadares. Motociclista fica gravemente ferido após bater em carro em cruzamento de Alfenas Um motociclista ficou gravemente ferido após se envolver em um acidente de trânsito com um carro neste sábado (19) em Alfenas (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, o jovem de 22 anos bateu em um carro no cruzamento da rua Joaquim Manoel de Macedo com a avenida Governador Valadares. Ainda de acordo com os militares, o motociclista teve fraturas no braço esquerdo, na bacia e também lesionou as duas pernas. O jovem estava confuso e com sangramento na boca e no nariz. Ele foi levado para o hospital em Alfenas. O motorista do carro não se feriu e a Polícia Militar esteve presente isolando o local e tomando as demais medidas. Motociclista bate em carro e fica gravemente ferido em Alfenas, MG Corpo de Bombeiros VÍDEOS: Veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas

Covid-19: Araxá tem novo decreto que permite volta do atendimento presencial em bares e restaurantes; veja outras regras


Medidas do Decreto Municipal 338 começaram a valer neste sábado (19). O 'toque de recolher' está mantido das 23h às 5h, exceto para quem precisa ir a consultas e exames, bem como aos locais de trabalho permitidos neste horário e as atividades de delivery. Funcionamento de bares Divulgação/PMBV Começou a valer neste sábado (19), em Araxá, o Decreto Municipal n.º 338/2021, que estabelece novas medidas de enfrentamento à Covid-19 na cidade. Entre as novidades está a permissão para que bares, restaurantes, pizzarias e similares retornem ao atendimento presencial, mas desde que sigam as novas determinações dispostas no novo Protocolo Sanitário para Alimentos e Bebidas definido na reunião do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, realizado na sexta-feira (18). O "toque de recolher" está mantido das 23h às 5h, exceto para quem precisa comparecer a consultas e exames, bem como aos locais de trabalho permitidos neste horário e as atividades de delivery. O novo decreto também estabelece normas para comércio, comércio em shoppings, galerias, pátios e correlatos, hipermercados, supermercados, mercados, mercearias, açougues, peixarias, lojas de conveniência e quitandas, feiras livres, salões de beleza, barbearias e afins; prestação de serviços de saúde, hospitais públicos e privados e clínicas de saúde; cultos religiosos, academias e similares, hotéis, piscinas nos clubes sociais, associações e condomínios; cinemas, festas, playgrounds, Parque do Cristo, vias, bens e áreas públicas do Complexo do Barreiro, transporte público e ensino regular (veja mais abaixo). Regras para bares, restaurantes e similares O atendimento em bares, restaurantes, pizzarias e similares está permitido diariamente até às 22h, sem tolerância no horário previsto, estabelecendo uma mesa para ocupação máxima de quatro pessoas a cada 10m² ou uma mesa para ocupação máxima de seis pessoas a cada 16m², com demarcações no piso e sem cadeiras nas demais mesas que não podem ser ocupadas. O decreto também proíbe a interação ou proximidade entre grupos alocados em mesas distintas, tantos nos espaços internos quanto externos, sendo proibida ainda a junção de mesas e a permanência de clientes em pé. O pagamento da conta deve ser feito na própria mesa, por meio de máquina de cartão ou em dinheiro. Excepcionalmente nos casos em que o atendimento for realizado somente no balcão, é obrigatório manter a distância de dois metros entre as pessoas, com marcações no próprio balcão e no piso do estabelecimento. Essas regras também valem para praças de alimentação em shoppings, galerias, pátios e correlatos. Depois das 22h, os estabelecimentos devem atender somente com venda remota (delivery), ficando proibido o consumo de alimentos e bebidas alcoólicas no local e a retirada dos mesmos. Em qualquer circunstância, a venda de bebidas alcoólicas está proibida entre 22h e 5h. Os bares e restaurantes também poderão oferecer música ao vivo para os clientes, desde que sejam seguidos os protocolos definidos pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19. Portanto, deverá haver uma barreira de acrílico entre o palco e o público, e caso seja banda, também deverá haver uma barreira entre cada um dos músicos. Veja as principais regras do Decreto 338/2021: Comércio: segunda a sexta até às 18h (em geral); sábado até às 13h (excepcionalmente nas avenidas José Severino de Aguiar, Sebastião Ferreira Pinto e Washington Barcelos, das 11h às 17h); fechado os domingos e feriados. Comércio em shoppings, galerias, pátios e correlatos: segunda a sexta-feira até às 18h; sábados das 12h às 20h; fechado aos domingos e feriados. Hipermercados, supermercados, mercados, mercearias, açougues, peixarias, lojas de conveniência e quitandas: diariamente até às 21h, sendo proibido o consumo de alimentos no local. Hipermercados, supermercados e mercados devem aferir a temperatura dos clientes, controlar o acesso por senha (uma pessoa a cada 10m²), alertar sobre as medidas de proteção e distanciamento de 2 m entre os clientes nas filas e proibir a entrada de menores de 12 anos. Feiras livres: diariamente, permitindo o consumo de bebidas alcoólicas no local, atendendo protocolo de biossegurança. Salões de beleza, barbearias e afins: segunda a sábado até às 20h, mediante agendamento prévio, na proporção de um cliente por funcionário, sem espera na área interna e intervalo de 10 minutos entre um cliente e outro e demais medidas. Prestação de serviços de saúde (consultórios médicos, odontológicos, psicológicos e fisioterapêuticos): segunda a sexta até às 21h; sábados até às 12h; fechados aos domingos e feriados. Hospitais públicos e privados e clínicas de saúde: liberadas as cirurgias eletivas, inclusive, com uso de sedativos neurobloqueadores que compõem o kit intubação, ficando estes estabelecimentos responsáveis por fazer o controle dos estoques de forma a não prejudicar o atendimento dos pacientes da Covid-19 que estejam em tratamento. Cultos religiosos: diariamente até às 22h, com lotação máxima de 30% da capacidade da estrutura da entidade e obedecendo ao protocolo de biossegurança aprovado pela Vigilância Sanitária. Academias e similares: segunda a sábado das 5h às 22h, desde que possuam o protocolo de biossegurança aprovado pela Vigilância Sanitária, realizando o atendimento aos praticantes com pré-agendamento, respeitando a ocupação estabelecida pelo protocolo e demais regras. Hotéis: ocupação permanece restrita a 50% da capacidade para atender hóspedes moradores e profissionais que estejam na cidade a trabalho, ficando proibida a hospedagem de turistas, bem como o uso das áreas de lazer, principalmente, piscina. Piscinas nos clubes sociais, associações e condomínios: uso permanece proibido. Cinemas: podem funcionar com até 30% da capacidade máxima permitida e obedecendo o protocolo de biossegurança da Vigilância Sanitária. Festas: permanece proibida a realização de festas, jogos, reuniões sociais, dentre outros, que promovam aglomeração de pessoas em ranchos e casas de festas. Playgrounds: permanecem fechados. Parque do Cristo: fica permitido o uso diário do Parque do Cristo exclusivamente para a prática esportiva mediante distribuição de senhas nas portarias para limitar o número de frequentadores no local, que também devem obedecer o protocolo de biossegurança da Vigilância Sanitária. Vias, bens e áreas públicas do Complexo do Barreiro: fica permitida a circulação de pessoas nas vias, bens e áreas públicas do Complexo do Barreiro, inclusive nas vias e pista de caminhada situadas no Lago Norte, desde que os frequentadores obedeçam ao protocolo de biossegurança da Vigilância Sanitária. Transporte público: fica determinado, em relação aos serviços de transporte público coletivo de passageiros, que a lotação do serviço não excederá a capacidade de passageiros sentados, devendo observar práticas sanitárias estipuladas no decreto. Ensino regular Podem manter suas atividades de forma remota, permitida, ainda, a utilização do modelo híbrido (presencial e remoto), observado os seguintes critérios: as atividades das instituições de ensino privadas, para as quais é permitida utilização do ensino remoto, poderão utilizar-se do modelo de ensino híbrido a partir de 21 de junho de 2021; para utilização do modelo híbrido as instituições de ensino privadas devem submeter o protocolo de segurança em saúde para a retomada das aulas à aprovação da Vigilância Sanitária Municipal; as atividades administrativas internas das instituições de ensino públicas municipais e estaduais iniciarão a partir de 28 de junho do corrente ano, e as aulas no modo híbrido, a partir de 5 de julho de 2021; as atividades desenvolvidas pelas instituições do Terceiro Setor poderão ser retomadas a partir do dia 21 de junho; as instituições privadas de ensino poderão retomar as atividades internas de estágios realizadas pelas clínicas de saúde próprias a partir do dia 21 de junho do corrente ano; as atividades das instituições públicas de ensino federais iniciar-se-ão em datas a serem estabelecidas, respectivamente, pelo Governo Federal. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Bombeiros resgatam bezerro que ficou preso dentro de uma manilha na Grande BH; VÍDEO

Os militares tiveram que usar cordas para tirar o animal do local. Bezerro é resgatado após ficar preso em manilha na Grande BH Um bezerro ficou preso em uma manilha, no bairro Centro Industrial, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na tarde deste sábado (19). Segundo o Corpo de Bombeiros, o animal caiu perto de uma rodovia. Com uso de roupão sanitário e cordas, os bombeiros conseguiram amarrar as patas do bezerro e o puxaram para fora da manilha. Ele não se feriu no acidente. Veja os vídeos mais assistidos do G1 Minas

Covid-19: veja boletim da Prefeitura de Uberaba de 19/06/2021; cidade passa dos 32 mil casos positivos


Dados são divulgados ao final da tarde. Confira informações sobre a ocupação dos leitos, casos confirmados e descartados, mortes, além de pacientes recuperados da doença. Foto ilustrativa mostra adesivo com resultado positivo para o novo coronavírus Dado Ruvic/Reuters/Arquivo Um óbito causado pela Covid-19 foi registrado em Uberaba no boletim divulgado pela Prefeitura neste sábado (19). Ainda segundo o informe, a cidade também contabilizou 103 novos casos positivos. Leia também: Vacina contra Covid-19 em Uberaba: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer Vacinômetro: veja quantas doses já foram aplicadas nas principais cidades do Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de MG Casos confirmados da Covid-19 Mortes causadas pela Covid-19 Perfis das vítimas mortas pela Covid-19 Pacientes recuperados da Covid-19 Ocupação de leitos de Covid-19 (casos confirmados e suspeitos) Boletim Covid-19 Uberaba 19-06-2021 Prefeitura de Uberaba/Divulgação VÍDEOS: Veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Vacina contra a Covid-19: Juiz de Fora tem calendário de repescagem para trabalhadores da educação


Informação foi divulgada neste sábado (19) pela Prefeitura; confira também o que levar no dia e se você faz parte do grupo. Vacinação em Juiz de Fora Carlos Mendonça/Prefeitura A Prefeitura de Juiz de Fora divulgou neste sábado (19) o calendário de repescagem da vacinação contra a Covid-19 dos trabalhadores da educação que atuam no município. Quem não se vacinou nesta semana terá uma nova oportunidade. Veja abaixo as datas. Terça-feira (22): trabalhadores da educação com 50 anos ou mais; Quarta-feira (23): trabalhadores da educação com 40 anos ou mais; Quinta-feira (24): trabalhadores da educação com 30 anos ou mais; Sexta-feira (25): trabalhadores da educação com 18 anos ou mais. De acordo com a Prefeitura, todo o procedimento é direcionado aos trabalhadores da educação na ativa, ou seja, tanto para professores, secretários escolares, diretores, quanto para a rede de apoio, seja funcionários da cantina, limpeza e segurança. Todos devem ser atuantes em Juiz de Fora. Leia mais: CALENDÁRIO DO ESTADO: Governo de Minas divulga calendário de vacinação contra Covid por idade; veja datas VACINÔMETRO: veja quantas doses já foram aplicadas em algumas das maiores cidades da Zona da Mata e Vertentes No dia da vacinação é necessário comprovar o vínculo com a instituição de ensino, como o contracheque ou a carteira assinada. Também será preciso levar os documentos de identificação com foto, originais e cópias (CPF e identidade) e uma declaração da instituição. VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campo das Vertentes

Governo de Minas Gerais recomenda que lactantes se vacinem contra a Covid-19


O grupo não está no Programa Nacional de Imunização. As prefeituras têm autonomia para aderir ou não à recomendação. Governo de Minas Gerais recomenda vacinação de lactantes contra a Covid Getty Images via BBC A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES) recomendou aos municípios que comecem a vacinar lactantes. Segundo o órgão, as doses da 25° remessa, que chegaram nesta sexta-feira (18), podem ser usadas na ampliação deste público. Governo distribui vacinas contra a Covid-19 para regionais de Saúde; BH recebe menos de 50 mil doses MG recebe 508.170 doses de vacinas contra a Covid-19 nesta sexta A orientação segue a deliberação da Comissão Intergestores Bipartite do Sistema Único de Saúde do Estado de Minas Gerais, publicada neste sábado (19). Ainda de acordo com a SES, o município poderá destinar as doses excedentes para vacinação das lactantes com crianças de até 6 meses, “até a inclusão desse público como grupo prioritário no Programa Nacional de Operacionalização da Vacinação (PNO)”. Vale lembrar que as prefeituras têm autonomia para organizar a vacinação em suas cidades. Elas podem incluir ou não este grupo. Para serem vacinadas, “as lactantes deverão apresentar documento de registro de alta hospitalar ou certificado de nascimento da criança, autodeclaração preenchida, documento com foto, comprovante de endereço, CPF e cartão Sistema Único de Saúde (SUS). As lactantes só devem ser vacinadas com os imunizantes da Pfizer e da Coronavac, após avaliação médica. Veja os vídeos mais assistidos do G1 Minas

Covid-19: Estado distribui mais de 33 mil doses de AstraZeneca, Pfizer e CoronaVac no 25º lote de vacinas para o Centro-Oeste


Distribuição começou neste sábado (19) e vai até a segunda-feira (21); veja o quantitativo por município. Novo lote é distribuído pelo Governo de MG Fábio Marchetto/Agência Minas O Governo de Minas iniciou neste sábado (19) o envio de mais de 33 mil vacinas contra a Covid-19 no 25º lote para as regionais de Saúde dos municípios do Centro-Oeste. A nova remessa conta com doses da CoronaVac, Pfizer e AstraZeneca, sendo que há um restante de doses também da AstraZeneca, referentes ao 24º lote. A distribuição vai até segunda-feira (21). Ao todo, foram entregues 16.820 doses de CoronaVac e 16.164 doses da Pfizer e 220 doses da AstraZeneca. Os imunizantes somam no total, 33.204 doses. As vacinas referentes ao 25º lote chegaram ao Estado na sexta-feira (18). Confira abaixo o quantitativo de vacinas para cada município do Centro-Oeste de Minas. Público-alvo De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), tanto as vacinas da CoronaVac e da Pfizer serão destinadas à continuação da imunização dos grupos prioritários, como pessoas com comorbidades e deficiência permanente, trabalhadores de educação e Forças de Segurança e Salvamento e gestantes e puérperas (45 dias após o parto) com alguma doença pré-existente. Já as doses da AstraZeneca serão destinadas às Forças de Segurança e Salvamento e às Forças Armadas. Ainda conforme a SES-MG, as doses da 25ª remessa poderão ser destinadas a lactantes. Dessa forma, o município poderá destinar, segundo os critérios dele, as vacinas excedentes para vacinação do grupo com crianças de até 6 meses, até a inclusão desse público como grupo prioritário no Programa Nacional de Operacionalização da Vacinação (PNO). Para receber a vacina, as lactantes deverão apresentar documento de registro de alta hospitalar ou certificado de nascimento da criança, autodeclaração preenchida, documento com foto, comprovante de endereço, CPF e cartão Sistema Único de Saúde (SUS). A SES-MG ressaltou que as lactantes devem ser vacinadas com os imunizantes da Pfizer e da CoronaVac, após a devida avaliação individual de risco e benefício a ser realizada em conjunto com um médico. Distribuição A operação logística para distribuição das vacinas é feita por meio aéreo e terrestre. A SES-MG conta com apoio das Forças de Segurança do Estado, que auxiliam no desenvolvimento e execução do transporte aéreo e das rotas terrestres. A SRS em Divinópolis realiza a retirada das doses na Central Estadual de Rede de Frio, segundo o Estado. Leia também: Covid-19: Estado envia mais de 44 mil doses de AstraZeneca e Pfizer no 23º e 24º lote de vacinas para o Centro-Oeste de Minas Doses por municípios Doses entregues por município da SRS de Divinópolis Doses enviadas para URS de Sete Lagoas Doses entregues por município da URS de Passos Remessas Até dia 9 de junho, Minas Gerais recebeu 24º lotes de vacinas contra a Covid-19 do Ministério da Saúde, no entanto, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) esclareceu ao G1 que a segunda e a terceira remessas foram enviadas juntas às 28 URS e a 17ª, com doses da Pfizer, ficou em Belo Horizonte - o que explica os municípios terem recebido 16 envios, ao invés de 18. A pasta ainda reforçou que cada município é responsável pela retirada das vacinas nas respectivas URSs. 1ª remessa: 577.480 doses da CoronaVac enviadas no dia 18 de janeiro; 2ª remessa: 190.500 doses de AstraZeneca enviadas no dia 24 de janeiro + 3ª remessa: 87.600 doses da CoronaVac enviadas no dia 25 de janeiro; 4ª remessa (contabilizada pelos municípios como 3ª remessa): 315.600 doses da CoronaVac enviadas no dia 7 de fevereiro; 5ª remessa (contabilizada pelos municípios como 4ª remessa): 357.400 doses da AstraZeneca e CoronaVac enviadas no dia 23 de fevereiro; 6ª remessa (contabilizada pelos municípios como 5ª remessa): 285.200 doses da CoronaVac enviadas no dia 3 de março; 7ª remessa (contabilizada pelos municípios como 6ª remessa): 303.600 mil doses da CoronaVac no dia 9 de março; 8ª remessa (contabilizada pelos municípios como 7ª remessa): 509.800 doses da CoronaVac no dia 17 de março; 9ª remessa (contabilizada pelos municípios como 8ª remessa): 86.750 doses da AstraZeneca e 455.800 da CoronaVac no dia 20 de março; 10ª remessa (contabilizada pelos municípios como 9º remessa): 116.600 AstraZeneca e 359.000 Coronavac no dia 26 de março; 11ª remessa (contabilizada pelos municípios como 10ª remessa): 73.250 doses de AstraZeneca e 943.400 doses de CoronaVac em 1º de abril; 12ª remessa (contabilizada pelos municípios como 11º remessa): 257.750 da AstraZeneca e 220.400 da Coronavac em 8 de abril; 13ª remessa (contabilizada pelos municípios como 12º remessa): 426.000 da AstraZeneca e 275.200 da Coronavac, em 16 de abril; 14ª remessa (contabilizada pelos municípios como 13° remessa): 316.750 doses da AstraZeneca e 73.800 da CoronaVac, em 23 de abril; 15ª remessa (contabilizada pelos municípios como 14º remessa): 578.000 da AstraZeneca e 11.800 da Coronavac, em 29 de abril; 16ª remessa (contabilizada pelos municípios como 15º remessa): 676.250 doses da AstraZeneca, em 3 de maio e 30.400 doses da CoronaVac, em 1º de maio 17ª remessa (não é contabilizada pelos municípios, já que a remessa ficou apenas em Belo Horizonte): 50.310 doses da Pfizer, em 3/5/2021 18ª remessa (contabilizada pelos municípios como 16ª remessa): 396.500 doses da AstraZeneca, em 6 de maio, 100.200 doses da Coronavac, em 8 de maio, e 112.320 doses da Pfizer, em 10 de maio; 19ª remessa - (contabilizada pelos municípios como 18ª remessa):422.750 doses da AstraZeneca e 207.800 doses da CoronaVac, em 13/5/2021, 101.600 doses da Coronavac, em 14/5/2021. 20ª remessa (contabilizada pelos municípios como 19ª remessa): foram recebidas 64.350 doses da Pfizer, CoronaVac e AstraZeneca em 18/05/2021 21ª remessa (contabilizada pelos municípios como 20ª remessa): 561.750 doses da AstraZeneca e 60.840 doses da Pfizer, em 26/5/2021 22ª remessa (contabilizada pelos municípios como 20ª remessa): 588.500 doses da AstraZeneca e 62.010 doses da Pfizer, em 3/6/2021 23ª remessa (contabilizada pelos municípios como 21ª remessa) 237.510 doses da Pfizer, em 8/6/2021 24ª remessa (contabilizada pelos municípios como 22ª remessa) 362.750 doses da AstraZeneca, em 9/6/2021 25ª remessa (contabilizada pelos municípios como 22ª remessa): 235.170 doses da Pfizer e 273 mil doses da CoronaVac, em 18 de junho; Total: 11.799.504 doses. VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas:

Covid-19: veja boletim da Prefeitura de Uberlândia de 19/06/2021


Dados são divulgados ao final da tarde, diariamente. Confira informações sobre a ocupação dos leitos, casos confirmados e descartados, mortes, além de pacientes recuperados da doença. Teste rápido de Covid-19 Divulgação/Américo Antonio/Sesa Uberlândia registrou mais 8 mortes pela Covid-19, de acordo com boletim divulgado neste sábado (19) pela Prefeitura. Também foram confirmados 225 novos casos da doença. Leia também: Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI e enfermaria em Uberlândia Vacina contra Covid-19 em Uberlândia: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer Balanço do G1 aponta que Uberlândia teve queda no número de mortes após duas semanas de aumento mediante dados divulgados Boletim diário Casos confirmados da Covid-19 Casos descartados da Covid-19 Mortes causadas pela Covid-19 Perfis das vítimas mortas pela Covid-19 Pacientes recuperados Ocupação de leitos de Covid-19 e outras doenças Boletim da Covid-19 em Uberlândia em 19/06/2021 Prefeitura de Uberlândia/Divulgação VÍDEOS: Veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

CUFA lança campanha nacional com clubes de futebol para arrecadar alimentos para o programa Mães da Favela

Mães da Favela Futebol Clube pretende receber um total de 12 mil toneladas de alimentos em doações a partir de 21 de junho. CUFA faz parceria com clubes de futebol em campanha de arrecadação de doações A organização Central Única das Favelas (CUFA) uniu forças com a Comunidade Door, a Frente Nacional Antirracista e clubes de futebol brasileiros para lançar a campanha Mães da Favela Futebol Clube, que terá início na segunda-feira, 21 de junho. A ação tem como objetivo arrecadar alimentos e distribuí-los para famílias em situação de vulnerabilidade de todo o Brasil, por meio do programa Mães da Favela, da CUFA. A expectativa é que sejam recebidas, em média, 35 toneladas de alimentos, por estado, totalizando 12 mil toneladas de doações - o equivalente a R$ 100 milhões. Para realizar o projeto, estão sendo fechadas parcerias com clubes de todos os estados. Até o momento, já são mais de 200 confirmados, entre eles Corinthians, São Paulo, Santos, Palmeiras, Internacional, Grêmio, Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo, Bahia, Vitória, Goiás, Ceará e Fortaleza. A partir do dia 21, pessoas ou empresas que quiserem contribuir poderão levar suas doações até o estacionamento dos clubes participantes. Esses alimentos ficarão armazenados até o final de semana (26 ou 27 de junho, a depender do calendário de jogos de cada time). Ao final do período de recebimento das doações, serão realizadas ações nacionais em que as lideranças das CUFA’s favelas irão retirar os alimentos e levá-los para as famílias cadastradas no programa Mães da Favela. “As pessoas sabem que estamos atravessando um momento difícil e têm se mostrado muito solidárias. Ao mesmo tempo, percebemos que esse sentimento do povo, aliado ao apoio dos representantes de uma paixão nacional, que é o futebol, engaja muita gente a doar. Dessa forma, esperamos conseguir apoiar ainda mais as Mães da Favela que precisam. É um momento de união, não existe rivalidade entre clubes.” afirma Kalyne Lima, vice-presidente da CUFA Nacional. Além dos clubes, o projeto conta com doadores master, doadores prata e apoiadores. Assinam como parceiros master as empresas que apoiam a campanha nacionalmente. Já as patrocinadoras e apoiadoras realizam doações locais, dentro de seus próprios estados. A ação tem também como parceira a Agência África. Sobre a CUFA Presente há mais de 20 anos nas favelas brasileiras, promovendo atividades nas áreas de educação, lazer, esportes, cultura e cidadania, em 2020 a CUFA se deparou com o desafio da pandemia. Sabendo que a crise atingiria ainda mais as favelas, concentramos todos os nossos esforços em captar doações para diminuir os impactos causados pela pandemia. Através do programa Mães da Favela, a instituição entregou cestas básicas, físicas e digitais, e chips com internet gratuita por 6 meses. No ano de 2020, a CUFA mobilizou R$ 187.596.960 milhões, atendendo a 1.502.358 famílias de 5 mil favelas de todo o Brasil, e até agora, mês de junho de 2021, já comemoramos pelos R$ 127 milhões e a meta é atingirmos R$ 400 milhões arrecadados para as Mães da Favela em 2021. Veja os vídeos mais assistidos do G1 Minas

Justiça determina o afastamento de Sydnei Pereira da Prefeitura de Anajatuba


Na decisão, o juiz afirma que há 'risco sério e concreto' do prefeito incinerar documentos públicos que comprovem atos de corrupção. O caso já foi destaque no Bom Dia Brasil. Sydnei Pereira, prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante A Justiça determinou o afastamento do atual prefeito Sydnei Pereira (PCdoB) em Anajatuba, a 137 km de São Luís. Ele é suspeito em diversos processos por desvios de dinheiro público que são alvos de investigações federais. Na decisão, o juiz Bruno Chaves de Oliveira afirma que há evidências de simulação, favorecimento e até mesmo a falta de formalidade legal em contratos da prefeitura. O juiz cita ainda um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) que aponta superfaturamento de itens que estavam em contratos, mas não foram entregues para a prefeitura. O relatório indica também: Pesquisa de preços fictícia Falta de notas fiscais Abastecimento de veículos que não estavam autorizados a prestarem serviço na área da saúde Combustível com preços superiores aos de mercado Aquisição de combustível sem comprovar a sua destinação Contratação de empresas fornecedoras sem a necessária qualificação técnica Alteração da quantidade de veículos de transporte de pacientes (24 veículos supostamente foram utilizados para o transporte de pacientes para São Luís/MA, porém os pacientes só eram transportados em uma Van) Ausência de indicação da placa dos veículos supostamente abastecidos Motocicletas abastecidas com quantidade de litros acima da capacidade do tanque Notas fiscais sem a placa do veículo abastecido e sem assinatura do condutor Utilização de posto de combustível não contratado para o abastecimento da frota municipal Atestado de capacidade técnica com fortes indícios de conteúdo falso Pagamento indevido a fornecedor por materiais de construção não comprovadamente entregues ou efetivamente utilizados em ações de saúde Contratação de empresas sem capacidade operacional Contratos simulados de locação de veículos Despesas de manutenção dos veículos por conta de seus proprietários Ausência de identificação do beneficiário final das despesas Em outro momento, o magistrado explica a principal motivação para o afastamento do atual prefeito. Segundo Bruno Chaves, há 'risco sério e concreto' de que Sydnei Pereira e sua gestão ainda possam, nesses últimos dias do seu mandato, destruir o que ainda restou nos arquivos públicos do município, como documentos dos procedimentos licitatórios e contratações que fazem parte das investigações contra ele. Em 2018, o Ministério Público do Maranhão já havia pedido o afastamento do prefeito de Anajatuba. Na época, o promotor Carlos Augusto Soares afirmou: “Há um número muito grande de notícias de irregularidades sendo investigados. O que se observa é que o gestor está utilizando de artifícios para impedir a elucidação desses casos e o afastamento dele é necessário”, declarou Carlos Augusto Soares, Promotor de Justiça de Anajatuba. Investigações federais sobre supostos desvios de dinheiro público em Anajatuba são destaque no Bom Dia Brasil Sidney Pereira e Helder Aragão Em 2015, Sidney Pereira denunciou por corrupção o então prefeito do qual ele era vice, Helder Aragão. O prefeito foi afastado e ele assumiu a Prefeitura. Sydnei foi reeleito em 2016 e passou a enfrentar denúncias até da Câmara Municipal, onde um vereador do mesmo partido chegou a entrar com oito representações em órgãos de fiscalização. O caso foi destaque no Bom Dia Brasil. “O que mais me deixa triste é que o gestor atual anda fazendo as mesmas coisas que o outro estava fazendo", contou Lauro Sousa, vereador do PCdoB. Nas eleições de 2020, Helder Aragão venceu e vai assumir a prefeitura a partir de janeiro de 2021. Mesmo sendo do mesmo partido, o vereador Lauro Sousa já entrou com oito representações contra o prefeito de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Investigações Constam nas investigações, o fechamento de escolas por falta de dinheiro e milhões de reais gastos em licitações suspeitas. No campo da educação, a Prefeitura de Anajatuba cortou o transporte escolar em alguns povoados por causa da situação das estradas. Condições de estradas em Anajatuba fizeram a Prefeitura cortar o transporte escolas em povoados Reprodução/TV Mirante A atual gestão também chegou a fechar 21 escolas, de acordo com o Sindicato dos Professores. Antes haviam 55 escolas na cidade. Em 2018, a prefeitura justificou o fechamento pela falta de recurso para manter os professores. Buraco em parede ao lado do quadro negro em escola de Anajatuba Reprodução/TV Mirante Malharia ‘ Maria dos Milagres’ Os contratos com uma malharia de São Luís também são alvo de investigação. Entre 2016 e 2017, a malharia Maria dos Milagres Sousa Moreira Aquinho vendeu R$ 410 mil à Prefeitura de Anajatuba em artigos esportivos e brinquedos. Só em 2017 foram R$ 321 mil pagos à malharia, segundo o Tribunal de Contas do Estado. No ano passado foram pagos R$ 321mil à malharia 'Maria dos Milagres', segundo o TCE, em artigos esportivos e brinquedos.. Reprodução/TV Mirante Entre os itens vendidos estão bolas, chuteiras, redes de vôlei, 30 pares de rede oficial de campo de futebol. Mas o principal campo da cidade não tinha trave e estava coberto pelo mato. Nos povoados do interior as pessoas disseram que nunca viram artigos de esporte. Em nota, a malharia 'Maria dos Milagres' disse que participou da licitação com seriedade e responsabilidade e que está à disposição da Justiça para prestar qualquer esclarecimento. Brunopel Outros pagamentos que chamaram a atenção foram os recebidos pela autopeças Brunopel, que recebeu R$ 455 mil com vendas de peças para carros de Anajatuba em 2016. Em 2017, a autopeças também recebeu R$ 8,4 milhões do município de Anajatuba em peças e locação de veículos. Na cidade, órgãos públicos como o Conselho Tutelar reclamavam que não tinham carro pra trabalhar. "A gente solicita às vezes o apoio da polícia quando é emergência e quando não a gente está esperando a solução para continuar com o nosso trabalho", contou Telmo Lopes, coordenador-geral do Conselho Tutelar da cidade de Anajatuba. Autopeças Brunopel recebeu R$ 8,4 milhões de Anajatuba em peças e locação de veículos, segundo o TCE Reprodução/TV Mirante Entre os sócios da Brunopel está uma mulher descrita como Rosalina Pereira Silva, que é ex-mulher de um doador de campanha de Sydnei Pereira chamado Cosme Pereira de Souza, que doou R$ 2.500 na campanha. Ela foi procurada pela reportagem, mas não se conseguiu contato. Cosme também é tio da então secretária de administração do município, Pollyana Lisboa. Ela negou ligações da família dela com o prefeito. “Não temos nenhuma ligação com o Prefeito, a não ser a empresa que concorreu, ganhou e nem faz parte mais da Prefeitura", disse a secretária de administração de Anajatuba, Pollyana Lisboa. Cosme Pereira também era dono de um carro de luxo avaliado em mais de 120 mil reais, que o prefeito da cidade usava no dia-a-dia. O prefeito diz que o carro que ele usava era alugado e Cosme Pereira não foi encontrado. "Ele tinha o contrato de locação de veículo. Então ele me alugou esse carro para o gabinete. Aí quando ele perdeu o contrato, a empresa que ganhou o contrato comprou o carro dele e permaneceu o aluguel. Ele continua sendo alugado o carro", respondeu o prefeito Sydnei Pereira. Apesar do que consta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Sydnei Pereira negou que Cosme tenha sido doador de campanha e diz que contratou a sobrinha de Cosme como secretária por causa da competência dela. "Essa menina eu conheci ela na empresa dele com relação ao processo que eles tinham com a gente de fornecimento e ela se mostrou, à epoca, muito eficiente", afirmou o Prefeito. Consulta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indica que um homem chamado Cosme Pereira foi doador de campanha de Sydnei Pereira Reprodução/TV Mirante O prefeito diz ainda que não pagou os oito milhões à autopeças em 2017, apesar dos valores constarem na prestação de contas do município, junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) como pagos. "Não tem nem como uma prefeitura no porte de Anajatuba pagar nem a metade disso aí", afirmou o prefeito. Procurador Jairo Cavalcanti explicou que é considerado pagamento quando um documento chega ao TCE e há comprovação de transferência bancária, como um dos exemplos. Reprodução/TV Mirante Entretanto, o procurador de contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Jairo Cavalcanti, explicou como funcionam a comprovação de pagamentos e diz que o valor foi realmente pago. "Quando o documento chega aqui sendo comprovado que houve transferência bancária.... um recibo ou um cheque em favor do credor... nós consideramos que esse valor foi efetivamente pago", asseverou o procurador. Uso do dinheiro público é alvo de investigações federais na Prefeitura de Anajatuba, no Maranhão

Grupo empresarial deve pagar quase R$ 21 milhões por desvio de recursos da Cidade das Águas em Frutal


Empresa foi investigada pelo MPMG em 2016 quando empresários e políticos foram presos. Parte do acordo será destinada à UEMG e restante vai para o Estado; G1 procurou os envolvidos. Parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal Ascom/Unesco-Hidroex Um grupo empresarial português firmou acordo para pagamento de R$ 20,9 milhões em medidas compensatórias apuradas pela Operação “Aequelis”, que investiga o desvio de recursos públicos destinados a Fundação Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas (Hidroex) para a construção do Complexo Cidade das Águas, em Frutal. O acordo foi firmado com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) e a Advocacia-Geral do Estado (AGE). A informação foi divulgada pelo MPMG na última segunda-feira (10). Os valores já foram depositados. O nome do grupo empresarial não foi divulgado na publicação do órgão, que reforçou que não fornece contatos de partes em procedimentos. Na época da operação, desencadeada em 2016, empresários e políticos foram conduzidos pela polícia durante cumprimento de mandados de prisão em cidades no interior de Minas Gerais e São Paulo. Foram encontrados indícios de superfaturamento em vários contratos (relembre mais abaixo). Segundo o MPMG, R$ 4,7 milhões são referentes ao ressarcimento do dano causado ao Estado. Outros R$ 10,2 milhões se referem a danos morais coletivos. No acordo, constam, ainda, R$ 4,7 milhões como pagamento de multa civil, e R$ 1,2 milhão de transferência não onerosa. “Sem abrir a mão da punição àqueles que cometeram os ilícitos, a solução leva benefícios imediatos aos que foram prejudicados pelos crimes. Esse é um ponto em que insistimos desde o início e que continuaremos a reforçar”, disse o procurador-geral de Justiça de Minas Gerais, Antônio Sérgio Tonet. Destinação Uma parcela de R$ 10,2 milhões será destinada ao custeio de projetos da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), de Frutal. Já o restante será destinado aos cofres do Estado. Conforme o Ministério Público, o acordo firmado se refere a uma das ações ajuizadas por improbidade administrativa, e interfere em outras ações penais em curso na Justiça Federal. Réus que ainda não firmaram acordo continuam respondendo o processo. A Fundação Hidroex foi extinta em 2016. Promotoria de Frutal O G1 entrou em contato com o MPMG para saber qual a quantia de dinheiro público desviada e se, além do impacto financeiro, houve impacto ambiental. Sobre isso, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Frutal informou, nesta quinta-feira (13), que o valor estimado de dinheiro público desviado segundo a apuração do Ministério Público foi de R$ 4.758.136,00. Sobre os danos gerados ao Estado – citados no acordo – a promotoria afirmou que não têm qualquer aspecto ambiental, sendo exclusivamente no âmbito da tutela do patrimônio público. Valores depositados Foi informado também que os valores do acordo foram depositados em conta judicial nos autos da ação, em trâmite pela 2ª Vara Cível da Comarca de Frutal e serão gastos nos termos de acordo com solicitação específica e autorização judicial. UEMG Ainda segundo a promotoria, em relação ao montante destinado à UEMG Frutal, relativos aos danos morais coletivos, foi designada pela 3ª Promotoria de Justiça de Frutal uma reunião na próxima segunda-feira (17) com a Diretoria da unidade e com a Comissão pró-UEMG Frutal. O encontro vai contar com representantes dos estudantes, dos professores, dos servidores e da sociedade civil frutalense para discutir as prioridades a serem atendidas e como ocorrerá a fiscalização por parte do MPMG, que encaminhará também para análise da CGE. Operação "Aequalis" A Operação "Aequalis" foi deflagrada em maio de 2016. No dia 20 de setembro do mesmo ano, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou a lei que extinguiu a Fundação Hidroex, investigada pelo MPMG por suspeita de envolvimento e desvio de verbas públicas. A operação encontrou indícios de superfaturamento em vários contratos, dentre eles o de venda de equipamentos. O ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, entre 2012 e 2014, Nárcio Rodrigues (PSDB), e outras 14 pessoas foram acusadas de organização criminosa, fraude em licitação, obtenção de vantagem indevida, lavagem de dinheiro, peculato e obstrução. Cidade das Águas foi projeto para ser um centro internacional de pesquisa Ascom/Unesco-Hidroex A Hidroex desenvolvia em Frutal o Complexo Cidade das Águas, que começou a ser construído em 2012 e teria mais de 1 milhão de m². O local foi projetado para se tornar um centro internacional de pesquisa, com foco na conservação do patrimônio hidrológico da América Latina e das nações africanas de língua portuguesa. Com a extinção da Hidroex, a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG) assumiu as responsabilidades e obrigações da fundação quanto aos programas, projetos, contratos e convênios celebrados. O mesmo ocorreu com os bens imóveis, que foram revertidos ao patrimônio do Estado, cabendo à Secretaria de Fazenda (SEF) proceder a destinação. Irregularidades na Hidroex Uma auditoria da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou, em abril de 2016, suposto dano aos cofres públicos devido a irregularidades na obra do Complexo Cidade das Águas durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB). A auditoria da controladoria aponta que houve prejuízo de cerca de R$ 9,8 milhões aos cofres públicos.

Carlinhos Maia apresenta show de humor 'Mas, Carlos!' pela primeira vez no AP


Espetáculo será no dia 30 de setembro, no Teatro das Bacabeiras. Apresentação aposta na interação com o público para garantir risadas. Comediante Carlinhos Maia se apresentará pela primeira vez em Macapá no dia 2 de setembro Divulgação O alagoano Carlinhos Maia é um dos fenômenos das redes sociais, somando quase 10 milhões de seguidores no Instagram e Facebook. Conhecido pelos vídeos bem humorados, o artista estará no Amapá pela primeira vez no dia 30 de setembro, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. O show havia sido marcado para o dia 2 de setembro, mas, por problemas de saúde da mãe dele, o artista anunciou o adiamento da apresentação através das próprias redes sociais. A organização do evento informou que os ingressos comprados anteriormente serão válidos para a nova data. A devolução do ingresso também está sendo feita. Maia se destacou na internet falando do seu dia a dia e assuntos cotidianos com irreverência, além de mostrar a convivência com os vizinhos na vila onde mora, na cidade de Penedo, em Alagoas. No show "Mas, Carlos!", que será apresentado na capital, o artista relata vários momentos de sua trajetória, até o sucesso com vídeos na web. Ele aposta na interação com o público para garantir risadas. Outro característica do show é que Maia conta, de forma bem humorada, um pouco sobre a vida de "digital influencer", que é uma espécie nova de celebridade. Marlon Santos, produtor do espetáculo, comenta que Maia é, atualmente, um dos maiores fenômenos das redes sociais e que o novo show dele é um dos mais procurados do país. "A motivação para trazer o Carlinhos [Maia] para Macapá é bem simples, ele está bombando nas redes sociais e todo mundo no país quer conhecer mais sobre ele, o que é justamente o que será apresentado no espetáculo", falou. Para garantir os ingressos antecipados, que custam de R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Serviço Espetáculo 'Mas, Carlos!' Data: 30 de setembro (domingo) Local: Teatro das Bacabeiras Hora: 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Informações: (96) 98138-0887 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Michele Maycoth interpreta sucessos de Maria Gadú em noite romântica no AP


'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' fazem parte do repertório. Evento será realizado no dia 1º de setembro num espaço cultural na Zona Central de Macapá. Apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, em um espaço cultural em Macapá Michele Maycoth/Arquivo Pessoal Interpretando sucessos de Maria Gadú, uma das relevações da MPB, a cantora amapaense Michele Maycoth prepara um show que promete embalar os apaixonados. A apresentação está marcada para o dia 1º de setembro, a partir das 20h, em um espaço cultural na Zona Central de Macapá. Com uma apresentação predominantemente acústica e intimista, a cantora espera estar mais próxima do público, principalmente para cantar junto com ela sucessos como "Linda Rosa", "João de Barro", "A História de Lilly Braun" e "Shimbalaiê". De acordo com a produção do show, Michele tocará durante mais de uma hora e também haverão participações especiais, entre elas, Alexandre Moraes, Erick Pureza e Nitai Silva. Os ingressos podem ser adquiridos em dois postos de vendas na Zona Central da capital e com a produção do show ao preço inicial de R$ 10. Sucessos como 'Linda Rosa', 'João de Barro' e 'Shimbalaiê' não vão ficar de fora do show Divulgação Serviço Michele Maycoth canta Maria Gadú Data: 1º de setembro (sábado) Hora: 20h Local: Quintal Walô 54 (Avenida José Antônio Siqueira, 1212, bairro Jesus de Nazaré) Ingressos: R$ 10 (1º lote) Postos de vendas: Norte Rock (Villa Nova Shopping); Quintal Walô 54 Informações e compra de ingressos: (96) 98142-0743 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Exposição 'Minha Aldeia' reúne fotografias inspiradas no cotidiano amapaense


Mostra reúne 27 imagens do fotógrafo Floriano Lima. Vernissage acontece no dia 24 de agosto no Sesc Centro, em Macapá. Visitações seguem até 20 de setembro. Mostra 'Minha Aldeia' busca evidenciar as belezas escondidas na simplicidade da vida no Amapá Floriano Lima/Divulgação Com fotos de paisagens, cartões-postais e até mesmo de trabalhadores à beira do Rio Amazonas, o fotógrafo Floriano Lima reúne 27 imagens que retratam o cotidiano amapaense na exposição "Minha Aldeia". A mostra ficará aberta ao público de 27 de agosto a 20 de setembro, na unidade Centro do Serviço Social do Comércio (Sesc), em Macapá. O fotógrafo define não existir um tema específico na exposição, condição que deu a ele liberdade para retratar desde as fotos mais "clichês", até imagens comuns do dia a dia. "Sempre gostei de fotografar nossos cartões postais porque eles são muito bonitos e únicos. Então, por mais 'batidas' que pareçam, eles fazem parte da proposta da exposição", adiantou. Dormir na rede, trabalhar com embarcações ou até mesmo o céu no fim de tarde são inspirações para o fotógrafo, que diz buscar evidenciar as belezas escondidas na simplicidade. Todas as imagens foram feitas entre 2016 até este ano. Elas compõem fases da profissão de Floriano Lima, de 56 anos, que iniciou a fazer "clicks" aos 17. "Essas fotos são recentes e fazem parte da minha carreira profissional. Apesar de fotografar desde a adolescência, quando ganhei minha primeira câmera fotográfica, trabalho profissionalmente na área há cerca de 5 anos", contou. A vernissage da exposição acontece no dia 24 de agosto, às 19h público poderá prestigiar a mostra de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h. Serviço Exposição fotográfica "Minha Aldeia" Data: vernissage 24 de agosto; visitações de 27 de agosto a 20 de setembro Hora: abertura 19h; visitações das 9h às 11h e das 15h às 17h Local: Sesc Centro Entrada: gratuita Fotógrafo reuniu 27 imagens para a mostra que acontece até o dia 20 de setembro Floriano Lima/Divulgação Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Peça teatral amapaense vai narrar acontecimentos 19 anos depois do último livro de Harry Potter


Espetáculo está marcado para os dias 16 e 17 de agosto, no Teatro das Bacabeiras. Adaptação amapaense vai regionalizar história original que é inglesa. Peça teatral 'Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado' será nos dias 16 e 17 de agosto, em Macapá Google Inspirada na peça londrina que contou os acontecimentos 19 anos depois de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", um grupo amapaense de teatro propõe uma adaptação do espetáculo que virou sucesso no Reino Unido e bateu recorde de bilheteria na Broadway. A apresentação acontece nos dias 16 e 17 de agosto, às 20h, no Teatro das Bacabeiras, no Centro de Macapá. Intitulado "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois", a peça do grupo "O Beco Teatral e o Projeto Literar Amapá" segue a estrutura do espetáculo londrino, com os protagonistas da saga mais velhos e focando a aventura nos filhos do feiticeiro. De acordo com um dos diretores da peça, Iury Laudrup, o trabalho foi regionalizado. "Nosso trabalho é adaptar, uma vez que a peça original tem mais de 5 horas de duração. Então, encurtamos a história e regionalizamos o roteiro para que nossa peça tenha sua própria identidade", ressaltou. O espetáculo amapaense conta com oito personagens no elenco principal e 12 pessoas na produção e terá uma hora e meia de duração. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos antecipadamente em três postos de vendas na Zona Central da capital, ao preço de R$ 15 + um quilo de alimento não perecível. História A montagem teatral continua a história de Harry Potter de onde o sétimo e último volume da saga de J.K. Rowling parou, com um enredo envolvendo um Harry adulto e o seu filho do meio, Alvo Severo. Ele também é pai de Tiago Sirius, o mais velho, e de Lília Luna, a caçula. Agora, Potter é um funcionário sobrecarregado de trabalho no Ministério da Magia, com três crianças em idade escolar. Ele "lida com um passado que se recusa a ficar no lugar ao qual pertence", diz um texto sobre a peça. Enquanto isso, Alvo, assim chamado em homenagem ao antigo diretor de Hogwarts e mentor de Harry, Alvo Dumbledore, se esforça para lidar com o peso do legado da família. Serviço "Harry Potter e o Herdeiro Amaldiçoado: A Oitava História Dezenove Anos Depois" Datas: 16 e 17 de agosto Local: Teatro das Bacabeiras (Rua Cândido Mendes, 1087 – Centro) Ingressos: R$15 + um quilo de alimento não perecível Postos de Venda: Livraria Acadêmica (Macapá Shopping - Piso L2); Amapanime Space (Avenida Vereador Orlando Pinto, Nº: 640F - Santa Rita); Parada do Cachorro Quente (Rua Odilardo Silva, Nº: 2289 - Centro) Informações: (96) 98128-4949 / (21) 96979-6812 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Levantamento do G1 mostra variação de preço nas opções de transporte em Divinópolis; confira


Valores dos meios disponíveis na cidade variam de R$ 4,05 a R$ 15. Preço do transporte coletivo varia de acordo com forma de pagamento e para comunidades rurais TV Integração/Reprodução Quem mora em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas, e precisa se locomover conta, atualmente, com três empresas de aplicativos, ônibus, taxis e mototaxis à disposição. Mas, destas, qual a mais barata? O G1 fez um levantamento com todos os tipos de transporte disponíveis na cidade. Com base em uma viagem de dois quilômetros, o usuário gasta entre R$ 4,05, caso opte por ir de ônibus, a R$ 15 caso faça o trajeto em um táxi ou em dos aplicativo disponíveis na cidade. Ônibus Segundo a Prefeitura, o meio de transporte mais utilizado no município é o transporte público, que tem cerca de 80 mil usuários por dia. O valor das passagens, no entanto, varia. Atualmente, o transporte público municipal custa R$ 4,05 para pagamento em dinheiro e R$ 3,60 para pagamento via cartão de vale-transporte. Segundo a Prefeitura, a frota é de 153 ônibus na cidade. Destes, 144 fazem viagens diárias e outros nove funcionam como veículos reservas. Para as comunidades rurais, o preço varia de acordo com a distância da comunidade ao centro da cidade. Veja na tabela os preços: Preços de ônibus para comunidades rurais em Divinópolis Táxis e Mototáxis Segundo a Associação dos Taxistas de Divinópolis, o número de motoristas não acompanha o tamanho da população. Atualmente, existem 90 taxistas no município espalhados em pontos estratégicos da cidade como no Centro, rodoviária e próximo à supermercados. A associação, no entanto, afirma que os pontos são insuficientes e bairros mais afastados também deveriam ter a presença dos veículos. Atualmente, uma corrida do Centro até o bairro Niterói, com cerca de dois quilômetros de distância, custa, em média, R$ 15 dependendo da bandeira. Valor médio do táxi em Divinópolis para corrida de 2 km é de R$ 15 Reprodução/TV Integração Deste valor, R$ 4,50 são impostos que devem ser repassados ao município – o valor é, também, o valor inicial registrado no taxímetro, segundo a associação. O serviço de mototáxi foi regulamentado em agosto do ano passado e atualmente, segundo a Prefeitura, cerca de 60 mototaxistas atuam nas quatro empresas regularizadas no município. O preço das corridas, no entanto, é calculado pelos próprios motoristas e não é tabelado. Usando como parâmetro a distância levantada com o táxi, três mototaxistas da cidade afirmaram valores distintos para a corrida: o primeiro disse ao G1 que cobraria R$ 5. O segundo, R$ 7 e o terceiro cobraria R$ 10 pela corrida. Segundo a Prefeitura, a diferença é considerada normal porque os gastos do mototaxista varia de acordo com o tipo de moto conduzida por ele e, diferentemente dos táxis, o serviço não possui um valor mínimo estipulado. Mototáxi também apresenta variação no preço Reprodução/Tv Integração Aplicativos A cidade conta, ainda, com três opções de transporte por aplicativo: Uber, Go Car e Uper 7. Para usar o serviço, o usuário deve instalar os respectivos aplicativos em seu smartphone. Segundo um dos proprietários do Go Car, Bruno Alvim, a tarifa do serviço é cerca de 25% menor do que a cobrada pelos táxis. Atualmente, a empresa conta com cerca de 20 veículos pela cidade. No trajeto entre o Centro e o Bairro Niterói, por exemplo, a corrida ficaria em R$ 7. A Uper 7, empresa fundada em 2009, afirmou contar com cerca de 30 veículos cadastrados na cidade. Destes, a tarifa básica dos taxistas é mantida e cobra-se entre R$ 2,17 e R$ 2,50 por quilômetro, dependendo do tipo de veículo solicitado. O valor estimado pelo aplicativo no trajeto escolhido pelo G1 apontou o mesmo preço do táxi. A Uber, por sua vez, informou, por meio da assessoria, que divulga somente dados estaduais. Segundo a empresa, em Minas Gerais atualmente existem 35 mil motoristas atuando pelo aplicativo. Um motorista que faz corridas pelo aplicativo da Uber em Divinópolis, e que pediu para não ser identificado, revelou ao G1 que existe um grupo de mensagens instantâneas com os motoristas da empresa na cidade e que, atualmente, existem cerca de 60 pessoas. No trajeto calculado pela reportagem, a corrida ficaria em R$ 6,75. Contudo, o motorista alerta que o preço varia conforme o horário e a demanda dos usuários. Com relação ao transporte particular, Divinópolis conta atualmente com cerca de 125 mil veículos - uma média de dois habitantes por veículo.

Show de humor em Macapá leva histórias de ribeirinhos da Amazônia para o teatro


Dupla Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara apresentam ‘Agora é que são Eles’, na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras. Lançamento de livros também marcam visita dos humoristas ao AP. Epaminondas Gustavo (com a bandeira) e Adilson Alcântara no show 'Agora é que são Eles’ Divulgação Histórias engraçadas de ribeirinhos que vivem no interior do Pará inspiraram o repertório de “Agora é que são Eles”, novo show de humor da dupla paraense Epaminondas Gustavo e Adilson Alcântara. A apresentação do espetáculo acontece na sexta-feira (3), no Teatro das Bacabeiras, em Macapá. Com o sotaque típico da região, o personagem Epaminondas Gustavo, interpretado pelo ator Cláudio Rendeiro, conta aventuras, reclamações, desavenças, conselhos e fatos de comunidades que vivem às margens de rios. A apresentação teatral é acompanhada por canções de Alcântara. Além de ator, Rendeiro é juiz do Tribunal de Justiça do Pará. Ele caracterizou o protagonista do show de humor como um morador de São Caetano de Odivelas, cidade natal do magistrado, com linguajar “caboco” e cheio de expressões. Alcântara é um artista paraense com 25 anos de carreira como cantor, compositor, humorista e produtor cultural. Ele é o responsável por equilibrar o humor com a paródia, que também faz parte da vida dos ribeirinhos, e conta as piadas com ritmo e acompanhado por um violão. A dupla fez uma apresentação em Macapá em maio, lotou o teatro e quer repetir a experiência na capital. Espetáculo leva histórias hilárias da região ribeirinha do Pará Divulgação Livros e palestra Um dia antes da apresentação no Teatro das Bacabeiras, os humoristas vão fazer o lançamento dos livros “Sátira de um Ribeirinho”, que traz crônicas e histórias no olhar de Cláudio Rendeiro, e “Lírica Ribeirinhas e Outras Margens”, com o lado poético do artista. O lançamento dos livros é gratuito acontece após uma palestra-show voltada para alunos do curso de direito, no auditório do Sebrae em Macapá. Serviços Palestra-show para estudantes de direito Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 19h Local: Auditório do Sebrae (Av. Ernestino Borges, 740 - Laguinho) Entrada: R$ 20 Lançamento dos livros Data: 2 de agosto (quinta-feira) Hora: 20h30 Local: Auditório do Sebrae Entrada: franca Show de humor 'Agora é que são Eles' Data: 3 de agosto (sexta-feira) Hora: 20h Local: Teatro das Bacabeiras Ingresso: R$ 30 Informações: (96) 98139-9346 Tem alguma notícia para compartilhar? Envie para o Tô Na Rede!

Sem dinheiro, venezuelanos acampam às margens de rodovia na fronteira do Brasil: 'aqui pelo menos temos comida'


Cidade de Pacaraima, em Roraima, tem abrigo público, mas ele é só para índios venezuelanos. Sem ter para onde ir, famílias inteiras estão vivendo às margens da BR-174, que liga os dois países. Angélia Aguilera, 18, e o filho de 2 anos ao lado da barraca em que estão vivendo há cerca de 1 mês; 'Na rua é muito frio' Inaê Brandão/G1 RR Venezuelanos estão vivendo em acampamentos improvisados em Pacaraima, no Norte de Roraima, na fronteira do Brasil. Um deles fica às margens da BR-174, rodovia que liga o país a Venezuela, e tem pelo menos 30 famílias. Conforme a prefeitura, a cidade tem uma média de 1,5 mil imigrantes em situação de rua - o equivalente a 22% da população local, que é de cerca de 15 mil habitantes. O município possui um abrigo público, mas ele é exclusivo para imigrantes indígenas. Procurada, a Força Tarefa Logística Humanitária, criada pelo Governo Federal para lidar com a imigração, informou que está em implantação um novo abrigo para não-índios na fronteira. Chamado de BV8, ele terá capacidade para 500 pessoas. No acampamento às margens da rodovia, famílias inteiras estão morando em barracas de camping e estruturas improvisadas com lonas, madeiras e até papelões. As estruturas são cobertas por plástico para proteger da chuva, comum neste período do ano. Na madrugada, a temperatura chega aos 16º C. A jovem Angélia Aguilera, de 18 anos, está no Brasil há um mês. Ela, o marido e o filho Elieser, de um ano, vivem nas ruas de Pacaraima desde então. "Aqui na rua é muito frio. Nunca imaginei que ia passar por isso", lamentou Angélia. A família saiu de Maturin, a 785 Km de Pacaraima, e conta a mesma história que outros milhares de venezuelanos que buscam refúgio no Brasil. "Vim porque na Venezuela não tem trabalho, comida e remédio. Não tem nada", disse Angélia, acrescentando que no país a família se alimentava apenas de mandioca e sardinha. O esposo trabalhava em uma empresa multinacional, mas o salário - corroído pela inflação diária de 2,8% - perdeu o poder de compra. Por isso, ele largou o trabalho há dois meses e a família resolveu tentar a vida no Brasil, onde busca trabalho. "A vida aqui está um pouco difícil porque não conseguimos dinheiro. Meu marido vende café na rua e não dá para quase nada. Mas dá para comer, sobreviver. Pelo menos temos comida", disse. O objetivo da família é chegar até Manaus. Luiz Sereño, 20, colocou bandeiras do Brasil na barraca improvisada: 'é uma homenagem ao país que me acolheu' Inaê Brandão/G1 RR O jovem Luiz Sereño, de 20 anos, também se mudou para o Brasil fugindo da crise econômica e política da Venezuela. Na barraca improvisada onde mora, o jovem colocou duas bandeiras do Brasil e disse que elas são uma homenagem ao país que o acolheu. "A bandeira representa a união. O Brasil nos recebeu como irmãos e sou grato", afirmou. Em Pacaraima, Luiz trabalha lavando carros. O dinheiro que consegue manda para a filha de três anos que ficou na terra natal. "A Venezuela tem muitos recursos naturais, mas já estamos cansados de passar fome. Tenho uma filha e chorava quando via ela comendo só manga". Na rua, os imigrantes cozinham em latas de tintas e, muitas vezes, dependem de doações de moradores para se alimentar. Sem lugar para se higienizar, aqueles que não possuem entre R$ 1 e R$ 4 para pagar um estabelecimento comercial para usarem o banheiro ficam sem banho e precisam fazer as necessidades em uma região de mata, na outra margem da rodovia. Imigrantes fazem comida em fogões improvisados Inaê Brandão/G1 RR Crise migratória Nos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. Nos últimos 18 meses, 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil pela fronteira de Pacaraima (RR), mas destes, 31,5 mil, voltaram para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres. O Exército Brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados. Atualmente o estado conta com dez abrigos públicos, totalizando cerca de 4,6 mil pessoas, seis deles abertos só neste ano. Mesmo assim, ainda há venezuelanos em situação de rua em 10 dos 15 municípios do estado. Além disso, 820 imigrantes já foram levados em voos da Força Aérea Brasileira (FAB) para São Paulo, Manaus, Cuiabá, Brasília, Rio de Janeiro, Igarassu (PE) e Conde (PB) no chamado processo de interiorização, que consiste em distribuir venezuelanos recém-chegados a Roraima para outros estados do país. Acampamento foi montado às margens da BR-174 Inaê Brandão/G1 RR Initial plugin text

Barracas de apoio aos romeiros começam a funcionar nesta sexta na BR-365 em Patos de Minas


Nos pontos de atendimento serão oferecidos alimentação, camas, escalda-pés, massagens e atendimento médico 24h até o dia 13 de agosto. Reprodução/TV Integração Os pontos de apoios aos romeiros começam a funcionar a partir desta sexta-feira (27) às margens da BR-365, km 439, após o trevo de Santa de Patos, em Patos de Minas. Serão oferecidos sanitários, camas, água e refeições durante 24h até o dia 13 de agosto. As Delegacias da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Patos de Minas e Uberlândia, realizarão a “Operação Romaria”, e a partir do dia 27 de julho haverá grupos dedicados à fiscalização de trânsito e do radar móvel na BR-365. Os romeiros terão direito a alimentação completa com café, leite, suco, pão e frutas, almoço, atendimento de saúde, além de escalda-pés, massagem e chuveiros. O Dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, é celebrado no dia 15 de agosto e os fiéis católicos saem a pé até a cidade de Romaria como forma de agradecer ou cumprir alguma promessa.

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